CSP analisa projeto que determina a coleta de DNA de condenados

Comissão de Meio Ambiente (CMA) realiza reunião com 8 itens. Entre eles, o PL 2.791/2019, que assegura medidas de prevenção a enchentes.À mesa, presidente da CMA, senadora Leila Barros (PDT-DF).Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O Projeto de Lei (PL 1.496/2021) da senadora Leila Barros (PDT-DF) que amplia os tipos penais em que deve ser feita a coleta de material genético dos condenados, foi aprovado na Comissão de Segurança Pública (CSP) e agora vai ser analisado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em caráter terminativo, indo então para a Câmara dos Deputados.

O texto aprovado foi o do substitutivo do relator da matéria, senador Sergio Moro (União-PR), que ampliou os 14 tipos penais da proposta original para mais de dois mil crimes, ou seja, todos os que possam ser cometidos dolosamente, e mais outros em fase de investigação. Leila Barros discordou da ampliação feita pelo substitutivo de Moro. A senadora apontou problemas constitucionais na mudança proposta por Moro. 

O relator defendeu a mudança especialmente nos casos de prisão cautelar ou indiciamento por crimes praticados com grave violência contra a pessoa e crimes sexuais contra vulneráveis. Esses crimes contra a vida, porém, estão listados no projeto original de Leila Barros, mas não na fase investigatória.

Com informações da Agência Senado

É pelo DF que se luta. É pelo DF que se trabalha.

Fale comigo, envie sugestões, denúncias ou cadastre-se para receber informações.

Sua voz é importante para construirmos um DF melhor

O DF PRECISA DE UMA VOZ QUE NÃO SE CALA!

Nada na minha trajetória foi fácil. No esporte, aprendi cedo que resultado só vem com esforço, disciplina e coragem. Na política, não é diferente.

Ir para o conteúdo