Senado aprova política nacional para promover atividade física entre idosos

Atividades-fisicas-para-o-idoso-1

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal aprovou, em decisão terminativa, o Projeto de Lei nº 4.974/2023, que cria a Política Nacional de Promoção da Atividade Física para a Pessoa Idosa. A proposta, de autoria do senador Eduardo Gomes (PL-TO), foi relatada pela senadora Leila do Vôlei (PDT-DF) e segue agora para análise da Câmara dos Deputados.

O objetivo é incentivar a prática regular de atividades físicas e esportivas entre pessoas idosas, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida, manutenção da autonomia e redução da dependência funcional. O texto prevê campanhas educativas, capacitação de profissionais, além de parcerias entre órgãos públicos, universidades e sociedade civil.

Entre as diretrizes da nova política estão a criação e manutenção de espaços públicos adequados, o fomento à pesquisa científica e o estímulo a programas de atividade física orientados por profissionais habilitados.

“A prática regular de exercícios previne doenças, melhora o bem-estar físico e mental e ajuda a reduzir a pressão sobre o sistema de saúde. Cuidar de quem envelhece é investir no futuro de todos nós”, afirmou a senadora.

A relatora Leila do Vôlei destacou que o envelhecimento populacional brasileiro — com 33 milhões de pessoas com mais de 60 anos, segundo o IBGE — exige políticas públicas voltadas à promoção da saúde e da autonomia.

Leila apresentou subemendas para garantir que as atividades sejam acompanhadas por profissionais de educação física ou fisioterapia, e incluiu incentivos fiscais e financeiros para programas destinados à população idosa.

É pelo DF que se luta. É pelo DF que se trabalha.

Fale comigo, envie sugestões, denúncias ou cadastre-se para receber informações.

Sua voz é importante para construirmos um DF melhor

O DF PRECISA DE UMA VOZ QUE NÃO SE CALA!

Nada na minha trajetória foi fácil. No esporte, aprendi cedo que resultado só vem com esforço, disciplina e coragem. Na política, não é diferente.

Ir para o conteúdo