Sessão de debates temáticos remota, realizada a partir da sala de controle da Secretaria de Tecnologia da Informação (Prodasen), para debater o tema “Busca ativa: toda criança na escola”. O objetivo da sessão é debater estratégias e garantir o retorno e a permanência de crianças, adolescentes e jovens nas escolas públicas brasileiras.Senadora Leila Barros (Cidadania-DF) conduz sessão.Foto: Pedro França/Agência Senado

A senadora Leila Barros destacou nesta segunda-feira (25) a qualidade do ensino e o caráter democrático da Universidade de Brasília (UnB) durante sessão especial que homenageou os 60 anos da instituição. Iaugurada exatamente dois anos após a capital federal, em 21 de abril de 1962, a UnB foi concebida com a promessa de reinventar a educação superior, entrelaçar as diversas formas de saber e formar profissionais engajados na transformação do país.

“A UnB foi criada para conduzir a educação superior brasileira ao futuro, tendo como uma de suas ambições formar uma geração de profissionais que transformaria o país. Conceitos como escola em tempo integral e educação de qualidade para todos, independentemente de raça, credo ou classe social, ganharam força com a implantação da Universidade de Brasília”, explicou Leila, autora do pedido de realização da sessão solene. 

Para a parlamentar do DF, celebrar o aniversário da instituição de ensino superior é também valorizar a educação nacional. “Estamos atravessando um período onde o fanatismo, o negacionismo e as fake news tentam se contrapor à ciência, ao progresso e ao conhecimento. O mundo não pode retroagir para a ignorância e o obscurantismo. Por isso, é tão importante celebrar os 60 anos da Universidade de Brasília, instituição que carrega em sua história o pioneirismo, a resistência, a inovação e o sucesso”, disse a senadora.

Márcia Abrahão agradeceu ao Senado a realização da sessão e disse que o apoio dos deputados e senadores do Distrito Federal tem sido fundamental para a UnB, em especial no período atual de severa restrição orçamentária. Ela também destacou a evolução da UnB ao longo de 60 anos.

“Fomos pioneiros e inovamos na educação do país, fomos a primeira universidade a criar as cotas raciais, fizemos o primeiro vestibular exclusivo para indígenas, criamos uma alternativa inovadora para acesso à universidade, que foi o programa de avaliação seriada. Fomos inspiração para o ensino médio, quase 300 mil pessoas já colaram grau na UnB, entre graduados, mestres e doutores. São quadros que estão no governo local e federal, alguns atuais ministros, inclusive, em outros estados, em grandes corporações no país e em postos em todo o mundo, mas, somente após meio século, ocorreu a eleição da primeira mulher da UnB”,  lembrou.

A reitora também falou sobre a participação das mulheres nas atividades da universidade, que respondem hoje por 58% do público atendido pela assistência estudantil, a maioria entre estudantes e técnicos e um pouco menos de 50% entre os docentes.

Com informações da Agência Senado

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