A senadora e candidata à reeleição Leila do Vôlei (PDT-DF) destinou recursos para a compra de equipamentos médicos distribuídos por todos os hospitais da rede pública do Distrito Federal. Ao todo, durante seu mandato, a parlamentar investiu mais de R$ 390 milhões em saúde.
“Lutamos para melhorar a rede pública de todo o DF para que o dinheiro público se transforme em atendimento, diagnóstico mais rápido e dignidade para quem precisa, porque saúde não pode ser promessa de campanha nem privilégio de quem pode pagar”, diz Leila.
Seis hospitais públicos ampliaram neste ano a sua capacidade de diagnóstico por imagem com a chegada de tomógrafos computadorizados enviados pela senadora. Equipados com inteligência artificial, os aparelhos realizam exames de corpo inteiro em poucos segundos, produzem imagens de alta resolução e reduzem a exposição dos pacientes à radiação.
O investimento de R$ 14,7 milhões beneficiou os hospitais de Base do Distrito Federal (HBDF), da Criança de Brasília (HCB), Materno Infantil de Brasília (HMIB) e regionais de Ceilândia (HRC), do Gama (HRG) e da Asa Norte (HRAN). Os tomógrafos servem a urgência e emergência, consultas ambulatoriais e procedimentos cardiovasculares. Cada unidade ganhou capacidade para realizar 4 mil exames por mês.
“Quando a gente coloca um tomógrafo dentro de um hospital ou troca uma máquina de hemodiálise que já não dava mais conta, não se trata apenas de aparelhos, mas de cuidar de pessoas que não podiam esperar meses por um exame ou tratamento”, afirma a senadora.
Infraestrutura
Emendas parlamentares de Leila já haviam garantido 34 novas máquinas de hemodiálise ao HBDF para pacientes com doenças crônicas nos rins. Na ocasião, o hospital também recebeu dois aparelhos de ultrassom e um endoscópio flexível.
As máquinas de hemodiálise substituíram aparelhos já obsoletos, que demandavam manutenção constante, e aumentaram o potencial de atendimento do setor de nefrologia do Hospital de Base. A unidade realizava 480 diálises mensais e pôde ampliar esse número para mais de 2,2 mil tratamentos por mês — 1,4 mil em enfermaria e 800 na UTI.
Desde 2019, além de máquinas de hemodiálise e tomógrafos, Leila levou à rede pública novos aparelhos de anestesia, raio-x, ressonância magnética, ultrassonografia e videolaparoscopia, camas hospitalares elétricas, mesas cirúrgicas, monitores multiparamétricos, ventiladores pulmonares e outros equipamentos médicos de última geração.
Somente em 2026, a senadora indicou ainda mais recursos para infraestrutura de atendimento e serviços de manutenção predial para o HBDF, o HMIB, o Hospital Universitário de Brasília (HUB) e os hospitais regionais de Brazlândia, Gama, Guará, Leste — no Paranoá —, Planaltina, Samambaia, Santa Maria, Sobradinho e Taguatinga.
A fim de reduzir a pressão sobre a rede hospitalar, os investimentos de Leila no Sistema Único de Saúde (SUS) fortalecem, ainda, a atenção primária. Inaugurada em setembro de 2025, a Unidade Básica de Saúde (UBS) 9 de Santa Maria é um exemplo dessa prioridade, com registro de 300 atendimentos diários. Isso deve se repetir em Planaltina, Sol Nascente e Vicente Pires, outras regiões administrativas para onde ela destinou recursos para construir UBSs.





