A candidata à reeleição para o Senado Federal, Leila do Vôlei (PDT), reforçou que os trabalhadores da educação precisam estar do lado de quem de fato os representa e quer mudar a realidade da categoria. “Nós iremos para esse front defender a eleição de pessoas como a Rosilene Corrêa ao Congresso Nacional”, comentou a senadora no lançamento da candidatura da educadora, nesta terça-feira (18), no Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF).
“Vocês professores sabem que a educação é uma pauta que deveria ser fundamental para toda a sociedade”, disse Leila. “Mas o que estamos vendo no Distrito Federal, além da queda na avaliação do Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica], é a dificuldade de implementar a escola integral, a desvalorização da categoria no atual governo, o aumento da violência nas escolas e as inúmeras perseguições contra os docentes.”
Diretora licenciada da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e ex-diretora do Sinpro-DF, Rosilene Corrêa concorre a uma vaga como deputada federal. Leila destacou que eleger Rosilene é ampliar a defensa da educação e a luta pelos direitos femininos no Congresso Nacional.
“A gente vive um cenário de virada de jogo e de perspectiva na cidade. Eu particularmente vibro muito com a participação das mulheres. Me desculpem os homens, mas quando a gente vê uma mulher como a Rosilene, uma ativista da educação, com trajetória, com militância, percebemos o valor, o preparo e a história de alguém que precisa se tornar deputada.”
Rosilene nasceu há 62 anos em Petrolina de Goiás e se transferiu para Santo Antônio do Descoberto, no Entorno de Brasília, onde serviu como professora da rede pública estadual. Em 1993, ela se radicou no Distrito Federal após passar em concurso público da Secretaria de Educação. Ao todo, dedicou mais de três décadas ao trabalho em sala de aula. Sua atuação sindical abriu caminho para movimentos populares brasilienses em defesa da educação pública, da justiça social e da democracia. Em 2022, obteve 356.198 votos na disputa pelo Senado, quando ficou em 3º lugar, com 22,42%.





