Casos de violência no DF: Senadora Leila cobra proteção a crianças e servidores da saúde

Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) promove audiência pública interativa destinada a instruir o Projeto de Lei Complementar n° 112, de 2021, que "dispõe sobre as normas eleitorais e as normas processuais eleitorais brasileiras". Conforme entendimento entre os senadores, serão abordados os seguintes temas na presente audiência pública:Tema 1: Participação feminina nas eleições;
Tema 2: Distribuição das vagas no sistema proporcional.Em destque, à bancada, senadora Leila Barros (PDT-DF).Foto: Saulo Cruz/Agência Senado

A senadora Leila do Vôlei, (PDT-DF) cobrou medidas urgentes do Governo do Distrito Federal para enfrentar episódios recentes de violência institucional, tanto na segurança pública quanto na saúde. Em ofícios encaminhados às Secretarias de Segurança e de Saúde, Leila exige providências imediatas, proteção aos cidadãos e valorização dos profissionais que atuam na linha de frente.

Na área da segurança, a parlamentar solicitou à Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF) uma apuração rigorosa sobre a abordagem violenta de policiais civis a um publicitário na 112 Norte, na última quarta-feira (9). O homem foi imobilizado com o joelho nas costas e agredido por agentes diante do filho de apenas cinco anos, que ficou em estado de choque e sem assistência. De acordo com a parlamentar, É fundamental garantir a integridade, a segurança e o amparo imediato aos menores, especialmente em contextos de estresse e risco emocional.

“É necessário rever os protocolos operacionais das corporações e de investimentos na formação contínua dos agentes. Sabemos do compromisso das forças de segurança com a legalidade e os direitos humanos, mas episódios como esse mostram a urgência de aprimorar os procedimentos, sobretudo quando envolvem crianças”, afirmou.

No mesmo dia, outra situação de violência envolvendo uma servidora pública. Desta vez, uma enfermeira foi agredida a socos por uma paciente na UBS 11 de Samambaia Norte após informar sobre a falta de profissionais para atendimento. Diante do episódio, a UBS precisou ser fechada. Leila enviou ofício à Secretaria de Saúde cobrando ações para garantir a segurança e a valorização dos trabalhadores da saúde.

“O adoecimento físico e emocional de servidores sobrecarregados, ameaçados e desamparados exige resposta urgente do poder público. É inaceitável que aqueles que cuidam da população sigam sendo deixados à própria sorte”, declarou.

Para a senadora, a agressão é reflexo do cenário de precarização da saúde no DF: faltam profissionais, segurança, infraestrutura e respeito à dignidade de quem salva vidas diariamente. A gravidade da situação da saúde levou Leila a ingressar com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) no Supremo Tribunal Federal (STF), no fim de junho, com o objetivo de obrigar o GDF a adotar providências imediatas para conter o colapso da rede pública. Entre os pedidos estão: atendimento emergencial, explicações sobre as restrições impostas às unidades, plano de recuperação do sistema, redução das filas por cirurgias e criação de um protocolo emergencial em até 45 dias. A ação foi distribuída ao ministro André Mendonça.

“Seguimos atentos, exigindo respostas e defendendo o que é mais básico: o direito da população à segurança, à saúde e à dignidade”, concluiu a senadora.

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